17/06/2010

Análises da Copa – Engodo Ibérico

Posted in O Melhor dos Mundos Possíveis tagged , às 16:37 por Roger Lopes

Enquanto as sépticas campanhas eleitoreiras aguardam o fim da Copa Desmundo de Futebol para pegar fogo e incinerar meu pobre sistema gástrico, darei uma pausa no pessimismo desenfreado, por conta da ignóbil seleção caralhinho, afinal o populacho da Joan Mother’s Home só é patriota de quatro em quatro anos mesmo.

Entretanto, nesse momento de ufanísticos todos juntos vamos e correntes pra frente, não é o selecionado de amigos do Ricardo Teixeira que orientam minha dependência em chá de boldo, mas o notório desprezo do articulista pelos dois maiores engodos futebolísticos do planeta.

Sempre apontados como favoritos ao título do maior evento esportivo do mundo (por mais que os norte-americanos afirmem que é o golfe), os patéticos selecionados advindos da insignificante Península Ibérica, Portugal e Espanha, contrariam qualquer fundamentação plausível para isso.

Do ponto de vista histórico, as duas porcarias de nações, por alguma tragédia do destino, aportaram justamente neste continente quando ainda era uma região autóctone, deixando uma maldita herança católica, subserviente e corrupta. São famosas, inclusive, por ter “descoberto” o ambiente natural mais rico do planeta (eufemisticamente batizado de Novo Mundo) e só ter cagado nele durante todo o período de colonização.

Os lusitanos que cá vieram estuprar nossas índias, escravizar negros e enfiar no cu todo o ouro que conseguiram roubar, deixaram como legado as panificadoras e um timeco de desportos, que como a própria seleção do país deles, só entra nos torneios para atrapalhar. Conquanto, não bastasse terem aprontado as mais variadas putarias, ainda trouxeram um cuzão chamado Pero Vaz de Caminha que fez a merda de relatar que aqui “se plantando, tudo dá”. Principalmente, bosta.

Bunda-moles por excelência, nunca foram potências em nada (nunca serão!) e jamais conseguiram ter líderes que impusesse qualquer respeito. Nem mesmo no período de regimes ditatoriais que assolou a Europa, durante as grandes guerras mundiais, já que os ditadorezinhos Salazar e Franco ficavam em cima do muro enquanto o bicho pegava entre chucrutes, carcamanos, tomadores de chá e o povo fresco que faz beicinho pra falar.

Futebolisticamente, o maior craque dos patrícios é um merdinha pretensioso com nome de galã de novela mexicana, Cristiano Ronaldo, eleito o melhor do mundo, apesar de não jogar porra nenhuma, por uma entidade de credibilidade extremamente duvidosa. Não obstante, adotam o artifício de naturalizar boleiros da ex-colônia, assumindo publicamente a própria incompetência.

A mediocridade portuguesa com certeza, até hoje se limita a comemorar um vice-campeonato de Eurocopa (espécie de Torneio do Interior para selecionados europeus que nunca conseguem ganhar nada), sob o comando do treinador tupiniquim Luiz Felipe Scolari, vulgo Felipão Retrancão, conseguindo o feito magnânimo de perder a final para ninguém menos que a imbatível Grécia, nação reconhecida pela filosofia e por ser o berço da democracia, mas que só recentemente descobriu que a bola é redonda.

Terra das touradas idiotas, Almodóvar, Penelope Cruz e do canastrão metido a ator, Antonio Bandeiras, a Espanha, na época das grandes navegações teve como mérito expropriar e extinguir de forma traiçoeira as harmoniosas civilizações ameríndias dos Incas, Maias e Astecas.

Foram tão cruelmente filhosdaputa que um cacique condenado à morte na fogueira, retrucou a um franciscano, quando este tentava convertê-lo, prometendo os gozos imediatos de todas as delícias do paraíso, caso o cacique abraçasse a fé cristã, conforme descreve o fantástico escritor Julio Verne em “Os Conquistadores”:
– Nesse lugar de delícias, perguntou o cacique Hattuey, há espanhóis?
– Sim, respondeu o monge, mas só os que foram justos e bons.
– O melhor entre eles, replicou o cacique indignado, não pode ser justo nem bom!
– Não quero ir para um lugar onde possa encontrar um só homem dessa raça maldita.

“Os velhos cronistas são unânimes em dizer que o poder ilimitado foi sempre empregado pelos incas para a felicidade de seus súditos. De uma série de doze reis que se sucederam no trono do Peru, não houve um só que não tivesse deixado a lembrança de um príncipe justo e adorado pelo povo. Não é de lamentar que os espanhóis tenham levado a guerra e seus horrores, as doenças e os vícios de um outro clima e o que orgulhosamente chamavam de civilização a povos felizes e ricos, cujos descendentes empobrecidos, abastardos, não guardaram nem mesmo, para se consolar de sua irremediável decadência, a lembrança de sua antiga prosperidade?” (Verne, Jules)

Apesar de ter mais tradição que os vizinhos ibéricos, mas com participações não menos ridículas, “Lá Fúria” é a eterna promessa de ahora si, ahora vá, sendo a queridinha de nove entre dez achólogos fadados a ficar com cara de bunda quando o furacão hispânico se transforma em brisinha, peidando na tanga sempre que precisa demonstrar um mínimo de colhão. É a atual campeã do torneiozinho de consolação europeu citado acima, mas já estreou tomando no rabo contra a grandiosa Suiça e mesmo que passe da primeira fase, tremerá inevitavelmente na seguinte.

Por alguma razão que até Deus desconhece, a mesma baboseira que eleva lixos como o portuguesinho babaca e o mariquinha do Kaká (escorraçado da agremiação cervídea da Gaiola das Loucas do Paraisópolis) à condição de melhores jogadores do mundo, coloca a pífia Espanha na posição de 1ª do ranking de seleções, à frente de tradicionais campeãs mundiais como Brasil, Itália, Alemanha e Argentina, mesmo ela sendo mera coadjuvante em Copas do Mundo. Tem credibilidade uma porra dessas?

originalmente publicado em Teóricos do Futebol

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